O BLEFE DO INTANGÍVEL: COMO VENDER UMA IDEIA EM DEZ CARTADAS
Falar sempre a verdade é mentir para si mesmo.
3. VOCÊ .your face, your destiny.
Apresente-se, mas fale pouco sobre você. Evite repetir o pronome eu. "Eu isso, eu aquilo" (...). Lembre-se que seu produto é você, e você é o produto das suas escolhas. Logo, fale das vantagens competitivas de seu projeto sem contar vantagens sobre ele. Tenha cuidado, pois seu ego pode inflar e a negociação estourar.
Livre-se das teorias absurdas, você é o que representa ser.
4. CARISMA .Facefriends.
Em um mundo friamente interligado, não basta ser amigo, tem que seguir. Nessa jornada de passos, rebolados e tropeços, existe algo extremamente relevante: falo do carisma. Para muitos o carisma é uma espécie de dom, mas não meta seu D'eus nessa história. Pois carisma nada mais é que um conjunto de habilidades e predisposições pessoais que você pode ou não desenvolver e utilizar para muitos fins. Entretanto, se você é carismático, antes de tudo, é porque certas pessoas acham isso. Então, trate de manter estas percepções sempre em dia.
Quando for vender, além de vender, pense no pré e no pós-venda. Por isso, esteja no jet set e nos eventos de circuito, por mais idiotas que parecam ser. Sorria, mesmo que "amareladamente". Nunca dispense um abraço, beijinho ou aperto de mãos. Dê presentes, bajule, bata palmas. Boa memória também é um ativo, logo esforce-se para não esquecer nomes. E lembre-se de citar, ao menos, um assunto ou hábito em comum. Funciona! Outra importante lição é saber conjugar os verbos de ligação, que conduzirão você ao seleto grupo dos preferidos. Eles serão seu mantra daqui em diante.
Conforme prega a Língua Portuguesa, os verbos de ligação não indicam ação, pois fazem a junção entre dois termos: o sujeito e suas características. Em outras palavras, o decisor e seu life style.
E sempre que ouvir algo do tipo: "Eu compro sua ideia, mas com uma condição (...)" Saiba que você também estará se vendendo. Calma! Toda negociação consiste em abrir mão de algo. Ora, a vida é uma eterna troca de gentilezas. Pense no lado bom de tudo isso. Ser amigo da fera, não significa ser amigo da onça.
Siga meus passos, mas desvie de mim.
5. ELE .mirror match.
Imagine um luta de "igual para igual" onde você é o seu próprio adversário. Pense em um tatame rodeado de espelhos que refletem pseudo representações de vitórias, derrotas e empates. E a única maneira de não vencer é perder para si mesmo. Diante deste complexo jogo de esquivas, existe algo que jamais deve ser esquecido: a imagem do comprador é o reflexo da negação e das inseguranças que golpeiam você. Portanto, defender não é o bastante, é preciso contra-atacar, mas vá com calma.
A disputa entre iguais revela um certo narcisismo corporativo, que tem no poder o auge da disputa estética, uma busca que prevalece até a consagração do vencedor. E isso pode ser observado quando plasmamos em frases algumas convicções: Eu sei mais que você. Eu ganho mais que você. Eu tenho mais que você, Eu posso mais que você. Eu sou mais eu. Afinal, quem blefa mais, quem compra quem?
Para vender sua ideia pratique táticas comerciais e ganhe corpo, todavia evite aparentar mais força que Ele. O segredo é parecer com Ele, sem perder suas próprias características, pois isso seria sinal de fraqueza. Enfrentá-lo sem criar expectativas de confronto é uma estratégia recomendável. Por isso, jogue pelo empate e faça com que Ele acredite nisso. Amenize possíveis perdas.
Vender é ganhar o round, viver é ganhar a luta.
6. ELA .Mirror, mirror on the wall.
Mulheres são influenciáveis, inseguras e frágeis. Errado. Quando quem decide é Ela, nem sempre é assim. Prepare-se para uma profissional influenciadora, segura e destemida.
A mulher é o oposto do homem: pensa, age e decide diferente. Da mesma forma, isso não torna improvável que personalidades feminina e masculina se complementem em âmbito corporativo. E quando isso acontece, são grandes as chances de um final feliz. Mas qual seria o segredo do bem sucedido enlace comercial? Saber ceder, para muitos, já seria prerrogativa. Entretanto, além de bom senso é preciso seguir à risca alguns mandamentos.
Seja curioso - Em tese, toda reunião de negócios com uma mulher demanda pesquisa de perfil. Antecipe-se e saiba quem é, com quem se relaciona, conheça seu histórico profissional e detalhes pessoais. Estas informações continuam sendo tão valiosas quanto a fórmula do amor.
Sexo frágil não existe - Sempre que for vender para uma mulher esqueça o velho tabú machista e prepare-se para uma queda de braços psicológica.
O improvável é provável - Esteja preparado para a imprevisibilidade feminina, mais conhecida como fator rosa. Saias justas, sobressaltos, desequilíbrios e rejeições das mais diversas. Contra ou a favor de você. Tudo é possível.
Saiba olhar - Olhares mal interpretados podem significar insucesso, olhares bem compreendidos contam pontos a seu favor. Um olhar preciso é sinal de visão de futuro.
Seja sensível - Tire proveito da sua própria sensibilidade, mas não ultrapasse as raias do ridículo. Por serem boas de blefe, mulheres sabem diferenciar ogros de pseudo sensíveis e modernos de ultrapassados.
Fala apenas o necessário - Nada de extrapolar com bandeiras ideológicas ou apologias enferrujadas. Evite rodeios e limite-se ao básico. Nunca ouse contar segredos a uma mulher. Tais informações poderão ser usadas contra você, inesperada e impiedosamente.
Humildade para vencer - Lembre-se que a vaidade feminina vai além do espelho. Ou seja, não tente aparecer ou saber mais que Ela, pois Ela o verá como adversário e não como parceiro de negócios. Tenha cuidado: um espelho quebrado desperta o existencial colérico de uma mulher em seus piores dias.
A vida é um teatro, observe certas mulheres e dramatize melhor.
7. MARCA .my brand, my life.
8. OUSADIA .Pit Bull.
9. COVARDIA .Poodle Toy.
10. QUANTO VALE O SHOW? .pay to see, or no.
Continua...
Certamente você já vendeu, ou tentou vender, algo que fisicamente não existe. Possivelmente um projeto, ideia, convicção, verdade sobre algo ou alguém. Entenda este tal "vender" como ato de convencimento maior, caracterizado por palavras e gestos persuasivos a ponto de representarem valor. Em geral, este valor pode ser entendido como credibilidade.
Todos que acreditam em você, em algum momento, pagaram por esta percepção. Em outras palavras, assumiram riscos. E pouco importa se suas assertivas foram morais, amorais ou meros blefes de um apostador. Afinal, estamos tratando de verdades pessoais: crenças edificadas por alguém, sob o alicerce subjetivo de terceiros.
Da Filosofia à Sociologia, da Psicologia ao Direito. A hipótese do subjetivo circunda teorias das mais diversas. Destas, dois eixos fundamentais materializam uma simples pergunta: Objetivos ou Subjetivos, o que devemos ser, em que devemos acreditar?
Até que se prove o contrário, gestos ou falas objetivas presumem estabilidade. A estabilidade gera uma zona de conforto, que, por sua vez, promove segurança, também interpretada como algo fiável. Enquanto que expressões subjetivas, por oferecerem amplas possibilidades de análise, podem acarretar instabilidade frente às múltiplas questões de cunho pessoal, das quais se originam as relações paradigmáticas do ser humano com suas verdades e a conexão destas, com a natureza dos sentimentos.
Universalmente conhecido como o mais sublime dos sentimentos, o Amor, é multifacetado e subjetivo. Por isso, cabível de muitas definições. Uma delas, afirmaria que a paixão pelo dinheiro subsidia o amor, e que as pessoas amam o dinheiro tanto quanto a si mesmas. E que para amar algo ou alguém basta querer. Outra, não menos julgável, diria que o dinheiro não pode comprar tudo, mas pode alugar. Você pode ter o mundo aos seus pés, desde que faça por merecer. Eu sigo te amando porque, a cada dia, você é capaz de me convencer disso. (...) E por aí vamos. A subjetividade do amor é incontestável: amor para uns, desejo para outros. A amor é sim e não ao mesmo tempo, vida e morte. Ambição, traição. Mentiras e verdades.
Para que desejos possam ser realizados, antes, devemos criar necessidades. Diante dessa lógica, o ato de comprar e o ato de vender significam apostas. Ver para crer, ter para poder ser. Assim somos, assim baseamos nossas escolhas. Agora, como aplicar toda esta retórica de presunções a uma tática de vendas? Afinal, como vender uma ideia? Basicamente, é preciso compilar as seguintes máximas: acreditar em si, assumir riscos e demonstrar conhecimento, tudo isso externado sob o álibi da sedução.
Quando pensamos em vender, não importando o nível de tangibilidade da oferta, devemos lembrar que também estamos comprando algo, ativos que estão além da percepção comum. Por conta disso toda e qualquer ação comercial merece um grau de repenso. Diante de negociações jamais espere fiabilidade e acredite no pessimismo como função de vigília. Nestes casos, procure duvidar dizendo acreditar, busque acreditar mantendo distância. Questione, provoque erros em momentos oportunos. Saiba "sorrir".
Na vida tudo é uma questão de oportunidade e aposta. E apostadores sabem ou presumem quando, como e para quem vender. E presumir é estar um "passo em falso" à frente dos demais. Como critério de desempate, significa vitória. Diante desse ponto de vista, o jogador enxerga a oportunidade em todas as partes, mas em ângulos normalmente inperceptíveis à grande maioria das pessoas. O vendedor torna-se um bom jogador quando adquire a capacidade de leitura destas faces, aqui referidas como esfera íntima. Na vida, a intimidade se revela nos mínimos detalhes, discretamente preservados no sentimentalismo de cada pessoa.
Vendendo uma ideia...
O poder da palavra dita e não dita nem sempre pode ser medido. Tudo depende dos contextos que envolvem o emissor e o receptor, suas crenças e objetivos. Mas uma coisa é certa, a fala roteiriza nossos destinos.
1. OLHAR .sunglasses.
Sempre que for vender, comece falando com os olhos, através de um equilibrado aperto de mãos. Fixe seu olhar em três pontos convergentes: o primeiro deles e mais importante, é a figura de quem decide. Depois, observe cautelosamente os elementos representativos à figura de quem decide, estes podem ser pessoas/coisas ou menções honrosas (elas estão ali para serem vistas e admiradas). Por último, olhe para si mesmo e organize sua tática. E lembre-se: nunca desvie olhares, nem mesmo se o decisor for estrábico.
Olhares invasivos percorrem os caminhos da alma.
2. DISCURSO .fifty-fifty.
Quando iniciamos uma reunião comercial, falar e deixe falar ainda é a principal tática de segurança. Em proporções equivalentes, esquematize seu tempo e não metralhe palavras. Boas falas são balas certeiras com alvo definido. Esta precisão telescópica depende de uma complexa equação: decodificar respostas e gestos em pouco tempo e submetê-los a ações de investida. Um sim nem sempre é um sim, um não nem sempre é um não. Um perfume pode revelar mais do que você imagina, mãos ao rosto produzem insegurança e perda de foco. Paralisia é teste, agitação é desinteresse. Abra fogo e tome proveito disso.
Todos que acreditam em você, em algum momento, pagaram por esta percepção. Em outras palavras, assumiram riscos. E pouco importa se suas assertivas foram morais, amorais ou meros blefes de um apostador. Afinal, estamos tratando de verdades pessoais: crenças edificadas por alguém, sob o alicerce subjetivo de terceiros.
Da Filosofia à Sociologia, da Psicologia ao Direito. A hipótese do subjetivo circunda teorias das mais diversas. Destas, dois eixos fundamentais materializam uma simples pergunta: Objetivos ou Subjetivos, o que devemos ser, em que devemos acreditar?
Até que se prove o contrário, gestos ou falas objetivas presumem estabilidade. A estabilidade gera uma zona de conforto, que, por sua vez, promove segurança, também interpretada como algo fiável. Enquanto que expressões subjetivas, por oferecerem amplas possibilidades de análise, podem acarretar instabilidade frente às múltiplas questões de cunho pessoal, das quais se originam as relações paradigmáticas do ser humano com suas verdades e a conexão destas, com a natureza dos sentimentos.
Universalmente conhecido como o mais sublime dos sentimentos, o Amor, é multifacetado e subjetivo. Por isso, cabível de muitas definições. Uma delas, afirmaria que a paixão pelo dinheiro subsidia o amor, e que as pessoas amam o dinheiro tanto quanto a si mesmas. E que para amar algo ou alguém basta querer. Outra, não menos julgável, diria que o dinheiro não pode comprar tudo, mas pode alugar. Você pode ter o mundo aos seus pés, desde que faça por merecer. Eu sigo te amando porque, a cada dia, você é capaz de me convencer disso. (...) E por aí vamos. A subjetividade do amor é incontestável: amor para uns, desejo para outros. A amor é sim e não ao mesmo tempo, vida e morte. Ambição, traição. Mentiras e verdades.
Para que desejos possam ser realizados, antes, devemos criar necessidades. Diante dessa lógica, o ato de comprar e o ato de vender significam apostas. Ver para crer, ter para poder ser. Assim somos, assim baseamos nossas escolhas. Agora, como aplicar toda esta retórica de presunções a uma tática de vendas? Afinal, como vender uma ideia? Basicamente, é preciso compilar as seguintes máximas: acreditar em si, assumir riscos e demonstrar conhecimento, tudo isso externado sob o álibi da sedução.
Quando pensamos em vender, não importando o nível de tangibilidade da oferta, devemos lembrar que também estamos comprando algo, ativos que estão além da percepção comum. Por conta disso toda e qualquer ação comercial merece um grau de repenso. Diante de negociações jamais espere fiabilidade e acredite no pessimismo como função de vigília. Nestes casos, procure duvidar dizendo acreditar, busque acreditar mantendo distância. Questione, provoque erros em momentos oportunos. Saiba "sorrir".
Na vida tudo é uma questão de oportunidade e aposta. E apostadores sabem ou presumem quando, como e para quem vender. E presumir é estar um "passo em falso" à frente dos demais. Como critério de desempate, significa vitória. Diante desse ponto de vista, o jogador enxerga a oportunidade em todas as partes, mas em ângulos normalmente inperceptíveis à grande maioria das pessoas. O vendedor torna-se um bom jogador quando adquire a capacidade de leitura destas faces, aqui referidas como esfera íntima. Na vida, a intimidade se revela nos mínimos detalhes, discretamente preservados no sentimentalismo de cada pessoa.
Vendendo uma ideia...
O poder da palavra dita e não dita nem sempre pode ser medido. Tudo depende dos contextos que envolvem o emissor e o receptor, suas crenças e objetivos. Mas uma coisa é certa, a fala roteiriza nossos destinos.
1. OLHAR .sunglasses.
Sempre que for vender, comece falando com os olhos, através de um equilibrado aperto de mãos. Fixe seu olhar em três pontos convergentes: o primeiro deles e mais importante, é a figura de quem decide. Depois, observe cautelosamente os elementos representativos à figura de quem decide, estes podem ser pessoas/coisas ou menções honrosas (elas estão ali para serem vistas e admiradas). Por último, olhe para si mesmo e organize sua tática. E lembre-se: nunca desvie olhares, nem mesmo se o decisor for estrábico.
Olhares invasivos percorrem os caminhos da alma.
2. DISCURSO .fifty-fifty.
Quando iniciamos uma reunião comercial, falar e deixe falar ainda é a principal tática de segurança. Em proporções equivalentes, esquematize seu tempo e não metralhe palavras. Boas falas são balas certeiras com alvo definido. Esta precisão telescópica depende de uma complexa equação: decodificar respostas e gestos em pouco tempo e submetê-los a ações de investida. Um sim nem sempre é um sim, um não nem sempre é um não. Um perfume pode revelar mais do que você imagina, mãos ao rosto produzem insegurança e perda de foco. Paralisia é teste, agitação é desinteresse. Abra fogo e tome proveito disso.
Falar sempre a verdade é mentir para si mesmo.
3. VOCÊ .your face, your destiny.
Apresente-se, mas fale pouco sobre você. Evite repetir o pronome eu. "Eu isso, eu aquilo" (...). Lembre-se que seu produto é você, e você é o produto das suas escolhas. Logo, fale das vantagens competitivas de seu projeto sem contar vantagens sobre ele. Tenha cuidado, pois seu ego pode inflar e a negociação estourar.
Livre-se das teorias absurdas, você é o que representa ser.
4. CARISMA .Facefriends.
Em um mundo friamente interligado, não basta ser amigo, tem que seguir. Nessa jornada de passos, rebolados e tropeços, existe algo extremamente relevante: falo do carisma. Para muitos o carisma é uma espécie de dom, mas não meta seu D'eus nessa história. Pois carisma nada mais é que um conjunto de habilidades e predisposições pessoais que você pode ou não desenvolver e utilizar para muitos fins. Entretanto, se você é carismático, antes de tudo, é porque certas pessoas acham isso. Então, trate de manter estas percepções sempre em dia.
Quando for vender, além de vender, pense no pré e no pós-venda. Por isso, esteja no jet set e nos eventos de circuito, por mais idiotas que parecam ser. Sorria, mesmo que "amareladamente". Nunca dispense um abraço, beijinho ou aperto de mãos. Dê presentes, bajule, bata palmas. Boa memória também é um ativo, logo esforce-se para não esquecer nomes. E lembre-se de citar, ao menos, um assunto ou hábito em comum. Funciona! Outra importante lição é saber conjugar os verbos de ligação, que conduzirão você ao seleto grupo dos preferidos. Eles serão seu mantra daqui em diante.
Conforme prega a Língua Portuguesa, os verbos de ligação não indicam ação, pois fazem a junção entre dois termos: o sujeito e suas características. Em outras palavras, o decisor e seu life style.
E sempre que ouvir algo do tipo: "Eu compro sua ideia, mas com uma condição (...)" Saiba que você também estará se vendendo. Calma! Toda negociação consiste em abrir mão de algo. Ora, a vida é uma eterna troca de gentilezas. Pense no lado bom de tudo isso. Ser amigo da fera, não significa ser amigo da onça.
Siga meus passos, mas desvie de mim.
5. ELE .mirror match.
Imagine um luta de "igual para igual" onde você é o seu próprio adversário. Pense em um tatame rodeado de espelhos que refletem pseudo representações de vitórias, derrotas e empates. E a única maneira de não vencer é perder para si mesmo. Diante deste complexo jogo de esquivas, existe algo que jamais deve ser esquecido: a imagem do comprador é o reflexo da negação e das inseguranças que golpeiam você. Portanto, defender não é o bastante, é preciso contra-atacar, mas vá com calma.
A disputa entre iguais revela um certo narcisismo corporativo, que tem no poder o auge da disputa estética, uma busca que prevalece até a consagração do vencedor. E isso pode ser observado quando plasmamos em frases algumas convicções: Eu sei mais que você. Eu ganho mais que você. Eu tenho mais que você, Eu posso mais que você. Eu sou mais eu. Afinal, quem blefa mais, quem compra quem?
Para vender sua ideia pratique táticas comerciais e ganhe corpo, todavia evite aparentar mais força que Ele. O segredo é parecer com Ele, sem perder suas próprias características, pois isso seria sinal de fraqueza. Enfrentá-lo sem criar expectativas de confronto é uma estratégia recomendável. Por isso, jogue pelo empate e faça com que Ele acredite nisso. Amenize possíveis perdas.
Vender é ganhar o round, viver é ganhar a luta.
6. ELA .Mirror, mirror on the wall.
Mulheres são influenciáveis, inseguras e frágeis. Errado. Quando quem decide é Ela, nem sempre é assim. Prepare-se para uma profissional influenciadora, segura e destemida.
A mulher é o oposto do homem: pensa, age e decide diferente. Da mesma forma, isso não torna improvável que personalidades feminina e masculina se complementem em âmbito corporativo. E quando isso acontece, são grandes as chances de um final feliz. Mas qual seria o segredo do bem sucedido enlace comercial? Saber ceder, para muitos, já seria prerrogativa. Entretanto, além de bom senso é preciso seguir à risca alguns mandamentos.
Seja curioso - Em tese, toda reunião de negócios com uma mulher demanda pesquisa de perfil. Antecipe-se e saiba quem é, com quem se relaciona, conheça seu histórico profissional e detalhes pessoais. Estas informações continuam sendo tão valiosas quanto a fórmula do amor.
Sexo frágil não existe - Sempre que for vender para uma mulher esqueça o velho tabú machista e prepare-se para uma queda de braços psicológica.
O improvável é provável - Esteja preparado para a imprevisibilidade feminina, mais conhecida como fator rosa. Saias justas, sobressaltos, desequilíbrios e rejeições das mais diversas. Contra ou a favor de você. Tudo é possível.
Saiba olhar - Olhares mal interpretados podem significar insucesso, olhares bem compreendidos contam pontos a seu favor. Um olhar preciso é sinal de visão de futuro.
Seja sensível - Tire proveito da sua própria sensibilidade, mas não ultrapasse as raias do ridículo. Por serem boas de blefe, mulheres sabem diferenciar ogros de pseudo sensíveis e modernos de ultrapassados.
Fala apenas o necessário - Nada de extrapolar com bandeiras ideológicas ou apologias enferrujadas. Evite rodeios e limite-se ao básico. Nunca ouse contar segredos a uma mulher. Tais informações poderão ser usadas contra você, inesperada e impiedosamente.
Humildade para vencer - Lembre-se que a vaidade feminina vai além do espelho. Ou seja, não tente aparecer ou saber mais que Ela, pois Ela o verá como adversário e não como parceiro de negócios. Tenha cuidado: um espelho quebrado desperta o existencial colérico de uma mulher em seus piores dias.
A vida é um teatro, observe certas mulheres e dramatize melhor.
7. MARCA .my brand, my life.
8. OUSADIA .Pit Bull.
9. COVARDIA .Poodle Toy.
10. QUANTO VALE O SHOW? .pay to see, or no.
Continua...






















